Primeira heroína surda do cinema amplia diversidade e representatividade

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“Hollywood está finalmente descobrindo por que é tão importante ter representação, e agora é mais sobre como. Essa é a parte mais complicada. Precisamos ter escritores surdos e talentos criativos envolvidos no processo de planejamento de projetos de filmes desde o início. Quando você tem especialistas surdos dentro e no palco, da equipe a maquiadores, parece que isso leva naturalmente a uma representação mais autêntica na tela”, afirmou ao The New York Times a atriz Lauren Ridloff, surda desde o nascimento e que interpreta a heroína Makkari no filme Os Eternos, da Marvel. O longa- metragem estreou nos cinemas brasileiros no início do mês. 

A atriz Lauren Ridloff ganhou fama na série The Walking Dead, ao interpretar a personagem Connie. Antes de se destacar como atriz, Lauren trabalhou por anos como professora ensinando a Língua de Sinais Americana (ASL), equivalente a Libras (Língua Brasileira de Sinais).

Lauren reconheceu que enfrentou desafios nas gravações. No entanto, ela enalteceu que a participação de uma atriz surda interpretando uma super-heroína numa das franquias de maior sucesso dos cinemas é fundamental para ampliar a representatividade das pessoas com deficiência auditiva.

“Em algumas cenas, tive que enfrentar uma parede. Sempre que estou olhando para uma parede, os intérpretes usam uma caneta laser para fazer um círculo na parede – ‘rolando, rolando, rolando’ – e uma vez que ele foi embora, isso significava: ‘Ação!’ Agora, como um adulto, estou ciente de que existem pelo menos 466 milhões de surdos e deficientes auditivos por aí. Eu não sou o único. E é isso que significa ter um super-herói surdo”.

Personagens e brinquedos

Além da heroína surda no filme Os Eternos, as crianças que usam aparelho auditivo também se viram representadas nos cinemas e nas histórias em quadrinhos. A animação da Disney Toy Story 4 conta com um personagem com perda auditiva e que utiliza implante coclear. O dispositivo é implantado na cóclea, parte do ouvido responsável por receber sons. Do lado de fora, o microfone capta o som e transmite para o processador, que transforma os sons em impulsos elétricos. Esses impulsos estimulam as células auditivas e o cérebro percebe o estímulo como um som.

Há alguns anos, a Marvel criou um personagem para as histórias em quadrinhos chamado Blue Ear (Orelha Azul). O super-herói é um garotinho deficiente auditivo, cujo nome foi inspirado em um modelo de um aparelho auditivo. O mais interessante é que o personagem foi criado para motivar um garoto de quatro anos que se recusava a usar o seu aparelho.

As crianças com deficiência auditiva também ganharam brinquedos para se inspirar. A Lego, fabricante dinamarquesa de brinquedos, lançou um boneco com deficiência auditiva e que faz uso de aparelho auditivo. O brinquedo integra a linha Lego City Main Squar, uma cidade completa, com lojas de doce, banco, ambulância e carro da polícia. Antes, a Mattel lançou a boneca Joss, que é surda e utiliza a prótese. 

Procure um especialista

A audição é fundamental para o cotidiano de crianças, adultos e idosos. Por isso, procure um especialista assim que sentir os primeiros sintomas. Quanto mais cedo a perda auditiva for identificada, menores serão os prejuízos. Se não for tratada corretamente, a perda auditiva tende a aumentar e tornar a reabilitação mais difícil.

O aparelho auditivo é o mais indicado na maioria dos casos de perda auditiva. O dispositivo devolve ao usuário a capacidade de ouvir os sons com excelente qualidade sonora, devolvendo a autoestima e qualidade de vida. Os aparelhos auditivos atuais são pequenos, discretos e praticamente imperceptíveis. 

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