A evolução dos aparelhos auditivos: modernos, pequenos e discretos

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A tecnologia evoluiu de forma acelerada nas últimas décadas. Celulares, televisores, tablets, computadores e outros equipamentos eletrônicos que sequer existiam no início do século XX, atualmente estão em praticamente todos os lares. O aparelho auditivo não é exceção. Apesar de mais antigo que todos os dispositivos citados acima, o aparelho auditivo também se beneficiou com o avanço da tecnologia e a evolução é impressionante.

O aparelho auditivo elétrico foi inventado há mais de um século, mais precisamente em 1898. O equipamento era tão grande que precisava ficar sobre uma mesa! A partir da década de 1920, os aparelhos auditivos, que usavam tubos a vácuo, aumentaram a sua eficiência em 70 decibéis (dB). Décadas mais tarde, em meados dos anos 30, a tecnologia evoluiu e os dispositivos passaram a contar com receptor e fone de ouvido. No entanto, eram ligados por um fio que podia ser preso em roupas ligado por uma bateria de ficava presa na perna do usuário. Um equipamento ainda bastante desconfortável.

Outras evoluções ocorreram nas décadas seguintes, até surgir o aparelho auditivo analógico. Mas foi entre o final da década de 80 e início de 90 que ocorreu uma grande evolução tecnológica nos aparelhos auditivos. A partir daí começou a ser utilizada a tecnologia digital na fabricação dos dispositivos, que ficaram menores e com uma série de funcionalidades que melhoram o cotidiano dos usuários.

Evolução tecnológica

Atualmente os aparelhos auditivos são pequenos, fáceis de manusear e desenvolvidos com tecnologia de última geração. Projetados com o que há de mais moderno, os aparelhos auditivos proporcionam contam com recursos especiais que melhoram o entendimento da fala em ambientes com ruído. Ou seja, os aparelhos filtram o barulho e transmitem a você os sons que realmente importam.

Além disso, os aparelhos auditivos podem apresentar diferentes funcionalidades. Alguns permitem atender ligações telefônicas, ouvir música diretamente no aparelho ou se conectar à televisão, transformando o dispositivo em fones de ouvido sem fio. Algo inimaginável décadas atrás.

Existem três tipos mais comuns de aparelho auditivo: o retroauricular (BTE), receptor no canal (RIC) e os intracanais customizados. Cada tipo de prótese auditiva é indicado de acordo com o grau de perda auditiva, adaptação e formato do canal auditivo. Com o diagnóstico em mãos, o fonoaudiólogo determina qual é o modelo perfeito para o paciente.

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